Parto e nascimento

Parto e nascimento

E, finalmente, ao fim de quarenta longas semanas cheias de expectativa e ansiedade chega o momento do parto!


Trata-se do momento pelo qual as futuras mamãs tanto ansiaram. Mas por mais preparação que haja, as dúvidas e anseios são sempre muitos. Vamos neste breve trecho tentar esclarecer algumas delas.

Comecemos pelo local do parto: habitualmente no final da gravidez, este assunto já está definido e discutido com o/a médico assistente. Se optar pelo hospital/ maternidade públicos deve escolher o hospital onde pretende que o parto se realize. Habitualmente, no final da gravidez, (37, 38 semanas) será encaminhada para uma consulta de referência onde será feita a vigilância materna e fetal e programado o parto. Independente do local dessa consulta, e segundo a legislação em vigor, as grávidas podem escolher o local onde será o seu parto. Se for no hospital privado será orientada pelo seu obstetra.

E isso leva-nos a outro assunto: quem fará o parto?

Esta é outra decisão que será tomada ao longo da gravidez. Nos hospitais privados o parto é da responsabilidade do médico assistente, enquanto nas maternidades existe uma equipa responsável, podendo o parto ser realizado por um/a obstetra ou mais frequentemente por uma enfermeira parteira.

Outra das dúvidas muito frequentes em relação ao parto e ao nascimento é: o que devo levar para a maternidade? A grande maioria dos hospitais disponibiliza uma lista do que precisa levar e além disso providencia (normalmente necessita de marcação) visitas aos blocos de partos. Estas visitas são importantes porque além de poderem ajudar na escolha do local permitem o primeiro contacto com a instituição e com o pessoal, desde o administrativo aos técnicos de saúde que ali trabalham.

Antes de passarmos para a última, e provavelmente mais frequente, questão: “o que vai acontecer na sala de partos?” vamos falar brevemente dos diferentes tipos de parto.

O nascimento de uma criança pode ocorrer de várias maneiras e o ideal é que a própria grávida procure informações, ouça o seu médico e faça a escolha de como deseja que seja o parto, dentro das condições mais adequadas.

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Os partos começaram a ocorrer nos hospitais há cerca de setenta anos. Em Portugal, desde 1974, passou-se de 93% de partos no domicílio para pouco menos de mil nascimentos em 2004. Atingiu-se, também, umas das melhores taxas da Europa de mortalidade perinatal. Nos últimos anos, tem-se vindo a assistir a uma redução dos partos no domicílio, que actualmente representam cerca de 1% do total de partos.

Assim, outra das questões será se o parto vai ser ou não no hospital! É, no entanto, importante relembrar, por um lado, os avanços da obstetrícia, nomeadamente, na vigilância do bem-estar fetal nos últimos vinte anos, por outro lado, a tão invejada baixa taxa de mortalidade perinatal resultante destes avanços e dos cuidados perinatais e, ainda, mas não menos importante, que qualquer gravidez, mesmo de baixo risco, pode a qualquer momento do trabalho de parto complicar-se e exigir uma actuação imediata, que no domicilio é impossível de obter.

Esta "necessidade" de partos no domicílio tem provavelmente como origem a medicalização deste acontecimento, considerado como o acto mais natural do mundo e à necessidade que alguns casais sentem de intimidade e de um ambiente mais familiar. A solução passa por criar, a nível hospitalar, ambientes mais amigáveis e sem compromisso da vigilância materna e fetal.

Falemos então dos diferentes tipos de parto:

Temos os partos normais (eutócicos) e os partos distócicos. Estes últimos, por sua vez, podem ser vaginais (fórceps e ventosas) e abdominais (cesarianas). Cada tipo de parto tem a sua indicação médica e só no decorrer do trabalho de parto é que é possível tomar a decisão de uma ou outra via e tipo de parto. Verificou-se, nas últimas décadas, um aumento substancial do número de partos por cesariana, principalmente a nível do sector privado. Aparentemente considerado um parto menos arriscado para as mulheres e recém-nascidos, os trabalhos científicos já demonstraram que a cesariana sem uma indicação obstétrica precisa e clara tem riscos superiores aos de um parto normal, quer para a mãe quer para o feto.

E finalmente o que vai acontecer quando entrar em trabalho de parto?

Deve então dirigir-se ao hospital escolhido, levando o seu boletim de grávida e os exames realizados durante a gravidez.
Será acolhida na maternidade por uma equipa disposta a ajudá-la. Se optar por ter acompanhante durante o trabalho de parto, tal é possível na maioria dos hospitais e maternidades portuguesas. E depois seguir-se-á todo o processo do trabalho de parto: lembre-se do que aprendeu na preparação para o parto, fique calma, siga as instruções dos técnicos que a rodeiam, peca analgesia (epidural) se necessitar e lembre-se que no final será mãe!

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